Estar a flor da pele é isso
Chico Buarque
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sábado, 1 de setembro de 2012
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Luanna
Uma homenagem à pequena Luanna, pequeno presente do meu amigo Felipe Lemos.
Luanna
A lua brilhava no ceu, foi quando ela apareceu
Seus olhos bonitos, castanhos, estranho: Parecem com os meus.
A minha canção de criança, teus sonhos meu arvorecer
A vida tão mais agitada, mas nada... só vivo em você.
O Coração não se engana e ama ao amanhacer
e hoje é luz dos meus versos, Luanna, que já vai crescer.
Rogério Lima
PS: Luanna com 2 Ns como exigido por lei.
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Samba do Rana
Este sambinha eu escrevi para o meu amigo da agência Ranulfo Dias. Um cara muito especial que gosta de bater seus sambas enquanto trabalha na sala de Mock up. Quer dizer, vai fazendo o samba enquanto a Dna Marta não vem (risos). Um presente que com muito carinho, eu ofereço a este amigo.
Letra e Harmonia: Rogério Lima Samba do Rana
Convidei o Rana pro pagode
Ele disse que não ia batucar
Porque do lado da sala mora a Dona Marta
E essa dona é capaz de não gostar.
Porque do lado da sala mora a Dona Marta
E essa dona é capaz de não gostar.
Insisti com o preto a decisão
Que o momento o melhor é festejar.
Se amanhã não tiver um arroz com feijão (nem um pão)
Nós vamos ter é que rebolar.
O puxadinho que tava já na finalização
Para o ano, Deus há de nos ajudar.
domingo, 25 de setembro de 2011
Jingle Sou Food
Para quem acompanha o meu trabalho, segue o Jingle desenvolvido para a campanha de incentivo da Sadia e Perdigão (segmento Food Service).
No dia do lançamento da campanha (09/09) todo já mundo sabia cantar e funcionou muito bem como teaser viral. De acordo com o VP da Food Service, este Jingle foi um dos principais elementos do lançamento, fundamentalmente porque uniu as equipes das empresas Sadia e Perdigão que, este ano se juntaram para formar a maior empresa de alimentos da América Latina; a BRF.
Com vocês, SOU FOOD.
Letra e harmonia: Rogério Lima
Arranjos: Timbre Produções
Título: Sou Food
Sou Food lá no Rio
Sou Food na Europa
Sou Food em todo mundo,
esse nosso time é...
Sou Fooooood
Sou Fooooood
Crescendo a Companhia.
Me integrar eu quero isso todo dia
Pular no Carnaval
Talento e União
Agora eu Sou Food com a Galera Perdigão
Sou Fooooood
Sou Fooooood
Crescendo a Companhia.
Me integrar eu quero isso todo dia
Superação em Londres
Vibração e Ousadia
Agora eu Sou food com a Galera da Sadia
Sou Fooooood
Sou Fooooood
Crescendo a Companhia.
Me integrar eu quero isso todo dia
Bem mais fortes JUNTOS
Os MELHORES do MERCADO
Se sou BRF
Então tá tudo dominado
Sou Fooooood
Sou Fooooood
Crescendo a Companhia.
Me integrar eu quero isso todo dia
Agradecimentos especiais: Nanci Caetano, Paulo Braghin, Raphael Cardoso, Luciano Moreno (Banda Pop Up), Mayra (Timbre Produções) e Igor Marques.
domingo, 21 de agosto de 2011
Cartinha
Cartinha
Rodrigo Lima e Rogério Lima
Um dia eu estava tão sozinho
Mas não havia ninguém para sentir pena de mim
As lágrimas rolavam pelo rosto
Mostravam a amargura um desgosto que não tinham fim
Que culpa tenho eu de viver assim?
sofrer calado na prisão que eu mandei construir.
A pena do meu crime é me calar aqui
Sofrer, sorrir, se dar e não poder sentir
(Refrão)
Mas se alguma coisa acontecer e se essa coisa me deixa feliz (me deixa feliz)
quem sabe uma visita uma vista ou então cartinha de alguém
que eu esperei por tanto tempo
um amor que eu almejei há muito
e eu quase me esqueci
A dor que minha alma sente
é pura e simplesmente
o arrependimento de um passado que é
sombrio frio e perigoso de ser lembrado
Mas se acaso tiveres pena
desse meu lamento, então contemple
porque esse meu lamento pode ser o teu também
até pior do que imaginas pode crer que você também vai sentir
você também vai sentir ... você também vai sentir...
(Refrão)
Mas se alguma coisa acontecer e se essa coisa me deixa feliz
quem sabe uma visita uma vista ou então cartinha de alguém
que eu esperei por tanto tempo
um amor que eu almejei há muito
e eu quase me esqueci
Simplcidade e nobreza num mesmo espaço de tempo
faísca, fogo e meu coração se fazendo em brasa
POesia artífício poeta símbolo do amor e do ódio
Não vê? não entende?
se sou apenas por querer ser e o que passou é passado
entende o meu canto e vem ser a minha princesa
neste reino em que o mundo faz questão de apagar
(Refrão)
Mas se alguma coisa acontecer e se essa coisa me deixa feliz
quem sabe uma visita uma vista ou então cartinha de alguém
que eu esperei por tanto tempo
um amor que eu almejei há muito
e eu quase me esqueci
domingo, 7 de agosto de 2011
Que merda é essa?
Que merda é essa? hahahaha
Teve um dia que eu subia pro décimo quinze
Nesse dia nada ali me cheirava bem
Fiquei pensando como estava todo mundo
Nesse mundo todo o mundo não cheirava bem
Com o dia passando foi ficando engraçado
O cheiro de todo mundo vai por todo lado
O cheiro do ralo
O cheio do moço
O cheiro de quem não achava que estava num lodo
Era o cheiro da completa ignorância
Não se acreditava não se via mais ninguém
Quando tudo era uma intolerância
Eu buscava amor nos olhos do meu bem
Eu pensava que isso era tão normal
Achar que o mundo não se cheirava mal
O cheiro do ralo
O cheio do moço
O cheiro de quem não achava que estava num lodo
Um esconderijo atrás do edifício
Eu pensei : o que era estar Bem?
Se é estando todo o tempo branco e liso
Ou se limpo a merda que todo mundo tem.
De repente tudo tava tão errado
O presente passado começo não tinha mais lado
O cheiro do ralo
O cheio do moço
O cheiro de quem não achava que estava num lodo
Marcadores:
arte,
autorais,
existencialista,
música
segunda-feira, 14 de março de 2011
Cumiguinho
Uma homenagem a André Faria e Daliana Podadeira. Um casal bem bacana que gosto muito.
Eu cuti-cuti, você nenem
Eu digo venha você já vem
Eu digo Dali, você Meu-bem
Que comiguinho você vai bem
nesse meu colo que é seu também
No meu amor que é demais mais ninguém
Eu sou do tipo distraído
Eu não do jeito pra marido
conto o tempo nas minhas mãos,
se me espera pra mais tarde,
eu não faço mais alarde
e te espero no portão
Vem sorrindo e me ama
diz que já está na cama
pra brincar de ser mais eu
Junta sim bem mais bacana
Eu André com Daliana
Nessa paz que Deus me deu.
domingo, 30 de janeiro de 2011
Líricas
Surgida como se acendesse uma luz num domingo desses.
Poesia infantil, cores e um toque de presente.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Samba no Morro
Meadri erra, erro eu a assim a gente segue errando essa porra. Presença ilustre de Fernanda ao fundo. Gravado aqui em casa entre fraldas e esparadrapos.
Samba no morro - Ricardo Mezadri e Rogério Lima
Construí um samba lá no morro.
Só pra ver se encontrava Dinorah
Mas construir um samba é perigoso
ou você canta ou procura onde morar.
De menino malino, eu me me aprumei,
aprendi malandragem na rua e no bar
No bom samba da vida eu me formei e me eduquei
pra malícia do dia não faltar
Mas esta vida é uma ilusão
carrego o sonhos e meu violão
Tive uma ideia, vou me virar:
Viver do amor é o único jeito que dá.
(E no brasil é o único jeito que dá)
Bits and Bytes
Quando acordar e der aquele sono
E melhor ficar na cama esperando o tédio passar
A menina dos teus olhos te esperando prum encontro
A comida esfriando e o mundo gargalhando, o que que é que você vai falar?
[refrão]
Meu mundo tá numa ifossa
Com bits em bytes qurendo desconectar
Meu mundo tá numa Reforma
Com mensagens chegando querendo me orientar
Uma geração de mil mensagens eletrônicas
O milennium o telefone, o mega fone, o giga e o celular
E você querendo explodir o sangue da garganta
Com o grita que levanta é sua ifome sua iforma na perpendicular
Quando acaba a luz acaba o amor acaba com a rede wi-fi
Eu quero o violão fazer canção, eu quero fazer mais
Quando penso no começo, meio fio – sarjeta –
Penso no Cartola, penso na viola penso em minha nega
Digite os teus pedidos no carrinho da satistfação
Que chega por sedex - aeroflex, chega de avião
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Desencontros
Essa é uma música composta pelo meu irmão e musicada por mim. Linda demais!
Desencontros
Hoje recebi flores da tristeza
que sentia a minha falta
Mas já estava com a solidão.
E como explicar a ela
com olhos lacrimosos
Me perguntando porquê?
Resolvi sair e eis que encontrei a em minha porta
Dizendo que ainda me gosta
E reatei com a depressão
Na portaria tinha um recado da saudade
Que sem maldade na humildade
Me perguntou sobre a alegria
porque, meu coração bateu mais forte
Tive um lampejo uma sorte
É com a alegria que eu quero estar
E na rua quando avistei a alegria
De braços dados com a folia(felicidade)
Nem repararam em mim.......
Que seguiam iam prum rumo lá no norte
como se fosse a minha morte
Me percebi tão só...
domingo, 22 de agosto de 2010
Um Bruta Azar
Este Samba foi inspirado em José Antonio Ferreira e Moreira da Silva - O Kid Moringueira.
Uma gostosa brincadeira de domingo a tarde.
Distraída e irreverentemente
Olhei para o gerente, que em brumas quentes
Estava a roncar.
Eu não pensei nem mais que de repente,
Saí do meu batente e fui me encontrar.
Com a Dona Donda fui pra lá.
Mas com o meu salário,
Um palácio merecido,
E tudo mais que eu pudesse, não podia dar,
Dei minhas mãos, Lânguidas de calos, e o muro do terreno ao lado ajudei ela pular.
E começamos a brincar.
Mas foi mesmo ontem que fiquei na bebedeira,
Aos pés de uma frutífera, de sombra altaneira,
na fome que estava E antes de qualquer besteira
resolvi me alimentar
E nem posso nem lembrar.
De repente fiquei rubro e ofegante
Já tinha perdido o ar
Desesperada da danada da morena me fugiu de lá.
Fui me acalmando me recuperando
Voltei pra minha cor, voltei a respirar
Só to bruto com um fiapo de manga que me impediu de namorar
Uma gostosa brincadeira de domingo a tarde.
Distraída e irreverentemente
Olhei para o gerente, que em brumas quentes
Estava a roncar.
Eu não pensei nem mais que de repente,
Saí do meu batente e fui me encontrar.
Com a Dona Donda fui pra lá.
Mas com o meu salário,
Um palácio merecido,
E tudo mais que eu pudesse, não podia dar,
Dei minhas mãos, Lânguidas de calos, e o muro do terreno ao lado ajudei ela pular.
E começamos a brincar.
Mas foi mesmo ontem que fiquei na bebedeira,
Aos pés de uma frutífera, de sombra altaneira,
na fome que estava E antes de qualquer besteira
resolvi me alimentar
E nem posso nem lembrar.
De repente fiquei rubro e ofegante
Já tinha perdido o ar
Desesperada da danada da morena me fugiu de lá.
Fui me acalmando me recuperando
Voltei pra minha cor, voltei a respirar
Só to bruto com um fiapo de manga que me impediu de namorar
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Há de ser assim
Há de ser qualquer coisa sem planos e sem projetos.
Não os projetos que se inspiram em quadradismos.
Há de ser qualquer coisa inebriante e assustadora.
Tem que acontecer, tem que ser assim
Porque nada permanece inalterado
Essa nossa vida, resultante de tantos agoras
Cresce e cresce sem milagre algum.. sem nenhuma magia...
Sem patuá.
Se fugiu da morte por milagre é porque seu corpo é forte e aguentou o baque.
Vamos encarar de verdade, pelos olhos de Tomé, pela resultante das coisas.
Há de ser qualquer coisa de luta e qualquer coisa de sonho
o presente que se anuncia. E se cresce como cresce.. deixa crescer
pois crescer é parte da vida...
E que chova em todos os molhados da minha inspiração,
pois nessa chuva, floresce plantas que ficam verdes
que ganham raiz, que tomam forma e que singram mares.
Se a poesia for sonho de poeta
De um poeta que escreve poesia em prosa
que continue então, pois de cá nada acredito assim.
Acredito sim que esse sonhar ganha força com o certo agir
e que agir também pode ser uma poesia que diga tudo que quero dizer,
inclusive que te amo.
* Poesia Pré selecionada no 9º Concurso Literário Guemanisse de CONTOS E POESIAS em 2010
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